terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Exposição de fotos da festa de Yemanjá em Cachoeira







Uma ótima opção cultural para quem visitar Cachoeira, cidade histórica do Recôncavo baiano, distante 110 km de Salvador, será a abertura da exposição fotográfica “Fé e Religiosidade de um Povo”, do fotógrafo Jomar Lima, nesta sexta-feira, dia 4 de fevereiro, na Galeria do Ipac, situada na Praça 25 de Junho, às 19h. Ao todo, são 40 imagens reunidas na mostra que registram momentos diversos da festa de Yemanjá realizada anualmente no mês de fevereiro pelos terreiros de candomblé de Cachoeira e da região.

O público também vai poder apreciar 36 painéis com fotos da manifestação medindo 2X 1,20 que serão expostos em toda extensão da Avenida Raimundo Rocha Pires) nas margens do Rio Paraguaçu) até a Praça 25 de Junho no Centro Histórico. As fotos foram registradas a partir de 2007 até o ano passado. A mostra faz parte do calendário das comemorações dos 40 anos do tombamento de Cachoeira como Cidade Histórica Monumento Nacional pelo Iphan, e conta com o apoio da Secretaria de Cultura e Turismo do município de Cachoeira, Associação Cultural Yemanjá Ogum Té e Ipac.

Jomar Lima dedica-se à fotografia há 15 anos, sempre com o olhar voltado para as manifestações religiosa populares do Recôncavo com enfoque especial para as de Cachoeira, sua terra natal. O fotógrafo que é graduando do curso de Museologia da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, já realizou 15 exposições de seus trabalhos. A mostra “Fé e Religiosidade de um Povo” estará aberta ao público a partir de sexta-feira (4) até o dia 4 de março. De segunda a sexta-feira a galeria estará aberta das 9 às 12h na parte da manhã. À tarde das 14 às 16h. Aos sábados e domingos a visitação será das 10 às 13h. A entrada é franca.


 Jornalista Alzira Costa
 http://www.alzirajornalista.blogspot.com/

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Cachoeira realiza festa para Yemanjá




O povo de santo de Cachoeira,cidade hitórica do Recôncavo baiano, distante 110km de Salvador, revive, no dia 6 de fevereiro(domingo), a festa em homenagem a Yemanjá com antrega de oferendas para a deusa das águas, no Rio Paraguaçu. A manifestação que reúne todas as casas de santo de Cachoeira e dos demais municípios da região, é uma tradição de mais de meio século, iniciada por antigos líderes espirituais de religiões de matriz africana. A organização do evento é da ACYO(Associação Cultural Yemanjá Ogunté), com apoio da Prefeitura, através da Secretaria de Cultura e Turismo do município de Cachoeira, Governo do Estado, Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.



A festa mantém o caráter ritualístico religioso, destacando-se pela integração de terreiros de diversas nações para a entrega coletiva de balaios com presentes para o orixá Yemanjá. No mesmo ritual, os devotos também depositam presentes no rio para homenagear outras entidades do panteão africano, que, conforme, os adeptos do culto afro, habitam as águas.



A programação da festa consta da realização da cerimônia do xirê com cânticos e toques sagrados dos atabaques para os orixás, a partir das 15h, na área do Palco Oficial da Feira do Porto. A saída do cortejo com direção ao Rio Paraguaçu, onde os presentes serão depositados no local conhecido como Pedra da Baleia, está prevista para às 17h. Após a entrega dos presentes haverá shows com os sambas de roda Filhos do Caquende e Esmola Cantada. Consta, ainda, da programação, representação artistica da Puxada de Rede, com artistas populares da cidade de São Félix , e show de encerramento com o grupo musical Gêge Nagô.







EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA - Na sexta-feira, dia 4 de fevereiro, será aberta ao público, às 19h, na Galeria do Ipac, situada na Praça 25 de Junho, a exposição fotográfica “Fé e Religiosidade de um Povo”, do fotógrafo Jomar Lima. A mostra reúne imagens da festa de Yemanjá, catadas pelo fotógrafo em anos anteriores, e faz parte da programação de comemoração do aniversário dos 40 anos de tombamento pelo Iphan de Cachoeira como Cidade Monumento Nacional

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Cachoeira prepara comemorações para os 40 anos de tombamento




 O aniversário de 40 anos do reconhecimento de Cachoeira como Monumento Nacional pelo (IPHAN) Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico Nacional será marcado pela realização de uma sessão solene da Câmara de Vereadores, no dia 13 de janeiro (quinta-feira), às 19h. A solenidade será aberta com a execução do Hino Nacional pela Filarmônica Lyra Ceciliana. Em seguida, pessoas e autoridades que estiveram envolvidas diretamente no processo de tombamento da cidade histórica serão homenageadas e convidadas para falar sobre a importante iniciativa. Logo após, haverá pronunciamentos das autoridades presentes.

Ainda durante a solenidade, será apresentado ao público o Projeto dos 40 Anos de Cachoeira- Cidade Monumento Nacional que prevê uma série de ações e atividades durante todo o ano. Técnicos farão a exposição do projeto das obras que serão executadas para a implantação do sistema de fiação subterrânea da rede elétrica do Centro Histórico com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento das Cidades Históricas (PacH), do governo federal em parceria dos governos estadual e municipal

A sessão comemorativa será encerrada com a execução do Hino da Cachoeira pela Sociedade Lítero Musical Minerva Cachoeirana. As comemorações em homenagem às quatro décadas do tombamento de Cachoeira estão sendo coordenadas pela prefeitura por meio da Secretaria de Cultura e Turismo de Cachoeira, e parceria com a Câmara de Vereadores.

EDUCAÇÃO PATRIMONIAL- A implantação, a partir deste ano, da matéria Educação Patrimonial na grade curricular das escolas da rede municipal de ensino prevista no Decreto Legislativo Nº 19/2009 de autoria do vereador Carlos Menezes Pereira, e posteriormente transformada na Lei Nº. 818/2009 sancionada pelo prefeito Fernando Antônio da Silva Pereira em 2 de abril de 2009, será uma das ações do Projeto dos 40 Anos de Cachoeira Monumento Nacional.

A cidade de Cachoeira pelo seu conjunto arquitetônico recebeu o título de Monumento Nacional por meio do decreto federal Nº. 68045 de 18/01/1971.


Texto: Jornalista Alzira Costa (Assessora de Comunicação da Prefeitura e Câmara de Vereadores de Cachoeira)

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

REABERTURA DA GALERIA DA FUNDAÇÃO HANSEN BAHIA

Avance Hansen!




Depois de séculos de importância política para o Brasil Colônia e Império, a região do Recôncavo baiano ganha uma nova reconfiguração no contexto atual da Bahia. Baseada na Cultura que nosso Estado passou a ver como fator de desenvolvimento, como economia limpa e autosusentável, Cachoeira e São Félix atraem a atenção por aquilo que podem produzir de conhecimento e valor simbólico.

Karl Heinz Hansen (1915-1978) é um dos principais artistas estrangeiros que chegaram à Bahia, adotando nossa terra com amor, incorporando o estado ao seu nome. E que orgulho para o nosso estado ser dono de tão rico acervo. Quem pode dimensionar a importância de Hansen para gerações de artistas baianos? Influenciando não só na arte da xilogravura, Hansen Bahia nos ensinou a olhar não somente a beleza de nossas paisagens, mas também nossos defeitos, nossos problemas sociais, cumprindo o papel crítico do artista com sua realidade e seu público.

“Minha língua é a gravura”, dizia Hansen, e sua poderosa língua nos emociona ainda hoje com a força de sua poética. Sua herança é todo um conhecimento não só sobre a gravura, mas um pensamento sobre a ecologia, sobre os impactos ambientais, questões que ainda estão presentes no cotidiano do Recôncavo.

Toda experiência e arte de Hansen que foi plantada nessas terras, está germinando e precisa florescer. A nova configuração da Fundação Hansen em parceria com a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, vai reabrir as portas do território para o mundo, recuperar sua importância estratégica para o Brasil, avançar no entendimento de que uma fundação dessa importância precisa estar em contato com o mundo. Devemos descobrir a partir de agora qual a relevância da xilogravura para a economia da cultura, para o mercado das artes, para as artes contemporênas e para o pensamento das artes em nosso estado.

Essa ponte entre o Recôncavo e o mundo através da nova Fundação Hansen é urgente e necessária. Existe amor e paixão para que isso aconteça. Assim como é combustivel para os artistas, sentimentos também são determinantes nas decisões políticas que podem melhorar a realidade de um local.



Márcio Meirelles

Secretário de Cultura do Estado da Bahia
Presidente do Conselho Curador




COMISSÃO ORGANIZADORA

Aquilino Paiva, Elaine Gonçalves Guimarães, Elias Gomes de Souza, Gildo Santos Junior, Jomar Lima, Maria de Fátima, Valter da Silva Fraga Filho.


 Da esquerda para diteira: Aquilino Junior (Cerimonial), Marcio Meirelles (Secretário de Cultura do estado da Bahia), Dr. Paulo Gabriel Nacif (Reitor da UFRB), Fernando Antonio Pereira (Prefeito de Cachoeira), Dr. Xavier Vatin (Diretor do CAHL/UFRB) e Elias Gomes de Souza (Coordenador Executivo da Fundação Hansen Bahia).






 Irmãs da Irmandade da Boa Morte



Da esquerda para direita: Prof. Evandro Sybine/UFBA, familia do Coordenador Executivo com sua esposa Profa. Silva/UFRB


Professores Carlos Costa e Suzane Pêpe/UFRB e futuros Museologos UFRB

Samba de Roda Filhos de Nagô da cidade de São Félix

Grupo de Terno de Reis da cidade de São Félix